19 de jul de 2009

DIGNIDADE DE FILHO DE DEUS


FROEBEL

Friedrich Froebel nasceu em Oberweibach, na Alemanha, em 1782, era filho de pastor e, seus princípios filosóficos, apontavam um Froebel protestante, com um espírito profundamente religioso que desejava manifestar ao exterior o que lhe acontecia na sua união com Deus. Tais princípios determinaram alguns dos seus postulados: O educando tem que ser tratado de acordo com sua dignidade de filho de Deus, com compromisso e liberdade; O educador deve respeitar o discípulo, guiar com mão flexível, mas firme, exija e oriente, deve saber dar e receber, orienta, mas deixa em liberdade.
A essência de sua pedagogia são as idéias de atividade e liberdade. Trabalhou com Pestalozzi, porém era independente e crítico. Seus ensinos foram considerados politicamente radicais e, durante alguns anos banidos da Prússia.
Froebel construiu o seu primeiro jardim de infância em 1837, “onde as criança eram consideradas como plantinhas no jardim e o professor o jardineiro”. Defendia o desenvolvimento genético, cujo as etapas são: a infância; a meninice; a puberdade; a mocidade e maturidade, todas igualmente importantes. A educação da infância se realiza em três tipos de operações: ação, jogo e trabalho. Foi primeiro educador a usar o brinquedo, a atividade lúdica e aprender o significado da família nas relações humanas. Trabalhar com blocos de construção, que eram utilizados por suas crianças em suas atividades criadoras, com argila, papel, papelão e serragem. Valorizava o conto de histórias, mitos, lendas, fábulas, excursões e contato com a natureza.
Em sua obra: A Educação do Homem, (1826), afirma que a educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana autoconsciente, com todos os seus poderes funcionando completa e harmonicamente em relação à natureza e a sociedade.
Concepções educacionais do desenvolvimento:
● Naturalidade;
● Extrair mais que colocar no homem;
● Espontaneidade;
● O brinquedo na educação;
● O interesse.
A grande tarefa da educação consiste em “ajudar o homem a conhecer a si próprio, a viver em paz com a natureza e união com Deus!” Uma concepção profundamente religiosa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário